MENSAGEM DO PRESIDENTE

António Cirino

“Sempre que um homem sonha, o mundo pula e avança”

Assim, de um lamaçal nasceu uma colectividade vocacionada para o lazer náutico.

Aos poucos, estaca a estaca, erguida e cravada a pulso por meia dúzia de pessoas, foi tomando perfil um ancoradouro para barcos de recreio.

A Associação Náutica da Gafanha da Encarnação (ANGE) foi fundada em 24 de Maio de 1989 e, na altura, não passava disso mesmo - de um sonho de algumas pessoas.

As obras foram progressivamente tomando vulto e aquele local deixado ao abandono começou a reunir excelentes condições para acolher embarcações e proporcionar aos seus sócios não só a sua actividade de lazer náutico como também comodidades para poderem usufruir de uma paisagem impar e invejável.

António Cirino, hoje presidente da direcção, foi um dos homens que deu início a este projecto, considerado por muitos demasiado ambicioso para a região.

VOCAÇÃO

Este espaço náutico visa promover, incentivar e divulgar a prática dos desportos náuticos, nas suas múltiplas facetas, de um modo particular a prática da vela, aliciando e apoiando as classes mais jovens, devidamente acompanhadas e instruídas por monitores credenciados, tirando partido das condições naturais que privilegiam toda esta zona da Ria de Aveiro.

Também a promoção dos espaços de lazer, tranquilidade, e de contacto com a natureza, estão evidenciados neste empreendimento que muito beneficia a Gafanha da Encarnação.

Este projecto resultante da cooperação de esforços num trabalho em profundidade torna possível a promoção turística e a qualidade de vida das populações próximas.

HISTÓRIA

Um certo dia, num dos seus passeios à beira Ria, tendo a Costa Nova e o Clube de Vela como cenário, António Cirino, recordando os tempos na Marinha e no Rio Tejo, idealizou um Clube para a Gafanha da Encarnação.

A ANGE foi fundada a 26 de junho de 1989, reunindo excelentes condições para acolher embarcações e proporcionar aos seus sócios, não só a sua atividade de lazer náutico como também comodidades para poderem usufruir de uma paisagem impar e invejável.